CondTech
Excluir sua conta CondTech
Última revisão: 5 de setembro de 2026
Pelo aplicativo (mais rápido)
- Abra o app CondTech no celular já pareado.
- Vá em Ajustes → Excluir minha conta.
- Confirme. A exclusão é imediata e não precisa de aprovação de ninguém.
O acesso de todos os seus celulares pareados é cortado no mesmo instante — não só o do aparelho onde você tocou. E, assim que o servidor confirma, o próprio app apaga do cofre daquele aparelho o token e as chaves do Sinal que ele guardava.
Cadastro desativado ou bloqueado pela administração? Este caminho continua funcionando. Basta o pareamento deste celular ainda valer. É de propósito: se bloquear alguém impedisse a exclusão, bloquear viraria o jeito de guardar a foto e o documento de uma pessoa para sempre. E é exatamente quem já saiu do local que continua com foto, telefone e documento guardados aqui.
O que impede este caminho é outra coisa: se a administração revogou o pareamento deste celular, ou se você já despareou, o app não tem mais como pedir a exclusão. Nesse caso use o e-mail abaixo.
Se você já desinstalou o app
Escreva para managementcondtech@gmail.com do endereço de e-mail ou informando o telefone que você usa no CondTech, dizendo o nome do condomínio ou da propriedade. Confirmamos sua identidade com a administração do local e concluímos a exclusão em até 15 dias.
Pedimos essa conferência por um motivo só: quem cadastra e quem descadastra pessoas no portão é a administração do local. Sem conferir, um pedido por e-mail poderia tirar o acesso de outra pessoa.
O que é apagado
- Sua foto de rosto, se o local usa leitor facial, e o registro do seu consentimento para a biometria. Saem da nuvem na mesma operação que apaga o resto. O resumo da foto sai junto — o do seu cadastro e também a cópia que ficava guardada em cada envio a um leitor.
- Seu nome, telefone, e-mail e documento. No seu cadastro, o nome passa a constar como “Titular removido” e contato e documento ficam vazios. Nos convites em que você era o convidado, saem também o nome, o contato e o motivo que você tinha escrito. Se o convite nasceu de uma reserva de temporada, o nome sai também da reserva, que é onde ele estava copiado uma segunda vez. Uma ressalva honesta: se as datas dessa reserva mudarem no Airbnb ou no Booking DEPOIS da exclusão, o nome volta a chegar pelo calendário — a plataforma é a dona dele, e quem interrompe isso é apagar a reserva no painel.
- O e-mail e a senha que você criou para entrar no aplicativo, se você chegou a criar. Aqui não há “ficha sem nome”: o registro tem exatamente dois campos — o endereço de e-mail e o resultado do embaralhamento da sua senha — e ele é apagado por inteiro, porque sem esses dois campos não sobra nada que sirva ao condomínio. O seu cadastro também deixa de apontar para ele: enquanto apontasse, bastaria seguir a ligação para descobrir de quem era a ficha sem nome, e o e-mail que você digitou é justamente o único identificador que veio de você. Uma ressalva, e ela é real: se você tem mais de um cadastro na mesma propriedade (por exemplo, a casa e o apartamento) e entra nos dois com esse mesmo e-mail e senha, excluir um deles desliga a entrada por senha daquele cadastro, mas o e-mail e a senha continuam guardados enquanto o outro cadastro existir — apagar a entrada ali derrubaria o acesso de um cadastro que você não pediu para excluir. Exclua também o outro, e aí o registro some.
- Seus meios de entrar: as credenciais do app, do PIN e do QR são apagadas — não apenas desativadas —, e as chaves do Sinal são revogadas (o que isso alcança e o que não alcança está na seção seguinte). Entram junto as credenciais dos convites em que você era o convidado, inclusive as dos convites já encerrados: elas guardavam o material que gera o seu PIN e o seu QR sem internet, e desativar não bastava.
- A marca de que você leu os avisos do condomínio. Qual comunicado você abriu, e quando, é comportamento seu e não serviço de segurança do local. O aviso continua; o rastro de quem leu, não.
- Os códigos de pareamento emitidos para você — usados ou não. Um código ainda válido seria permissão de parear um celular novo numa conta sem dono.
- O acesso dos aparelhos pareados, cortado na hora, e o apelido de cada um (“iPhone do João”) trocado por “Aparelho removido”. A linha do aparelho continua no banco, sem apelido e sem nenhum segredo utilizável: é ela que permite ao app reconhecer o mesmo pedido repetido — quando a resposta se perdeu na rede e você tentou de novo — e responder “já foi excluída” em vez de um erro seco.
- Seus vínculos com a unidade e com a propriedade.
- Seu nome dentro dos registros de passagem. Cada passagem sua guardava duas coisas com o seu nome por escrito: a mensagem crua que o equipamento enviou e o campo “autorizado por”. As duas são limpas. A passagem em si continua — veja a seção O que continua guardado, que explica o que sobra e o que não sobra.
- O cadastro do seu carro, quando ele já não é peça de uma remoção em curso na leitora de placas. O carro que ainda é perde marca, modelo e cor na hora — a seção do equipamento explica por que a placa precisa esperar.
Se algo falhar no meio do caminho
A limpeza dos seus registros de passagem roda antes de qualquer outra coisa e em pedaços. Se o servidor cair no meio dela, nada foi declarado excluído: o app mostra erro de verdade, o seu acesso continua valendo e você repete o pedido. O trabalho já feito não é refeito.
Existe uma janela curta entre essa limpeza e o fim da exclusão. Se você abrir o portão exatamente nesse intervalo, a passagem nasce com o seu nome. A exclusão faz uma última varredura para pegar isso, dentro do fecho da operação — mas ela acontece antes dos últimos passos, então uma passagem nesses segundos finais pode ficar de fora. Se isso acontecer, o instante em que a exclusão é gravada é a fronteira. Depois dele, passagem sua já nasce sem o seu nome (a seção do rosto e da placa explica).
Essa última varredura tem um teto, para não travar o resto. Se alguma coisa passar do teto, ela fica — e é preciso dizer como isso se conserta, porque não se conserta sozinho. Não existe rotina automática que termine uma limpeza de passagens interrompida, e este celular também não pode pedir de novo: assim que o servidor confirma, o app apaga daqui o token e as chaves. A única coisa que anda sozinha é o apagamento do cadastro do carro, quando a leitora confirma a remoção. Para o resto, escreva para o e-mail desta página: conferimos e limpamos à mão.
As chaves do Sinal do portão
A chave do Sinal existe justamente para abrir o portão sem internet — nem no seu celular, nem na placa do portão. Isso tem uma consequência que precisa ser dita:
- No servidor, a revogação é imediata. A chave é declarada morta no ato da exclusão, e a nuvem não emite outra.
- Portão com internet costuma aprender em segundos. Logo depois da exclusão, a plataforma tenta empurrar a revogação para as placas que estão online. Quando a placa recebe o aviso, a chave para de abrir ali — e queda de energia não desfaz isso. Mas esse empurrão é uma tentativa: se a placa estiver offline, ou se o aviso não for aceito, ela cai no caso de baixo.
- Portão sem internet não fica sabendo na hora. Ele aprende quando voltar a falar com a nuvem, ou antes disso, quando outra pessoa com o app atualizado abrir aquele mesmo portão pelo Sinal: o celular dela entrega o aviso assinado de passagem, sem que ninguém perceba. Isso depende de alguém aparecer ali. Num portão pouco usado pode levar dias, e num portão que só você usava pode não acontecer. Até lá, uma chave já emitida pode continuar abrindo aquele portão.
- Toda chave tem prazo, e é ele que vale nesse meio-tempo. Para morador e demais cadastros permanentes, o prazo é de 180 dias contados da última vez que o celular buscou a chave (a nuvem renova quando faltam menos de 60 dias — parando de renovar, o prazo corre até o fim). Para hóspede de reserva, o prazo é o dia do checkout.
- E esse prazo não é uma garantia, porque a placa conta o tempo pela própria energia. Ela não tem relógio de bateria: conta os dias enquanto está ligada e, desligada, o relógio dela para — cada religada ainda descarta as horas que não completaram um dia. Quem tem acesso ao disjuntor do portão consegue, na prática, segurar esse relógio indefinidamente, e aí o prazo nunca vence. É limite físico do equipamento, não uma opção nossa — e é por isso que a revogação de verdade é o aviso descrito acima, não o prazo.
O rosto e a placa do carro nos equipamentos
Se o local tem leitor facial, apagar a foto da nuvem não basta: o rosto também está gravado dentro do equipamento instalado na propriedade. No mesmo instante da exclusão, a plataforma coloca na fila a ordem de remoção em cada leitor. O mesmo vale para a placa do seu carro, onde o local tem leitura de placas.
Enquanto o equipamento não confirmar a remoção, o painel do local mostra essa pendência em vermelho — e não em verde. É deliberado: enquanto não houver confirmação, o rosto (ou a placa) ainda pode abrir. Leitor desligado ou sem rede é removido assim que voltar. Se ele nunca voltar, o que encerra a história é a validade gravada dentro dele vencer sozinha — são 90 dias, contados do último dia em que a nuvem conseguiu renovar.
Isso significa que você ainda passa por ali depois de ter excluído a conta. Essas passagens novas nascem sem a mensagem crua do equipamento: fica registrado que alguém passou, em que portão, a que horas e que a remoção ainda não tinha chegado — e o seu nome não é gravado de novo. Sem isso, a exclusão valeria só para o que existia no segundo do pedido, e o histórico voltaria a dizer quem você é uma passagem depois.
Onde isso já vale hoje: no leitor facial. Na leitora de placa a mesma regra está escrita e testada, e passa a valer junto com o registro automático de passagem por placa, que ainda não está ligado.
Por causa disso, o cadastro do seu carro na nuvem só some em duas etapas. Marca, modelo e cor saem na hora. A linha com a placa fica: é ela que a plataforma usa para achar e apagar o carro na lista do equipamento, e apagá-la antes da confirmação cancelaria a própria ordem de remoção — a cancela continuaria abrindo para você e ninguém saberia. Assim que a leitora confirma, a própria plataforma apaga a linha na mesma hora, sem depender de você voltar a pedir nada. Se a confirmação nunca chegar, a linha com a placa fica por tempo indeterminado, ligada a um cadastro que já não tem nome, contato nem documento. Carro que já não é peça de nenhuma remoção é apagado logo no pedido de exclusão.
E aqui vem o preço, que é o oposto do que parece: quem protege a passagem nova é o vínculo entre a placa e você. Apagado o cadastro do carro, o vínculo some junto. A câmera continua lendo aquela placa toda vez que o carro passa, ela não casa com ninguém, e a passagem é gravada como placa desconhecida — com a placa por escrito na mensagem da câmera. Isso não tem prazo para acabar: vale para cada passagem daquele carro dali em diante. Nenhuma limpeza alcança essas linhas, pelo motivo explicado na seção seguinte, e é por isso que esta página não diz que nenhuma passagem futura registra a sua placa. Se isso o incomoda, peça pelo e-mail: com a placa que você nos informar, retiramos à mão.
O que continua guardado, e por quê
A exclusão desidentifica: tira de você o que está guardado, sem apagar a linha. Isso é diferente de anonimizar, e a diferença aparece nesta lista.
- Os registros de entrada e saída — data, hora, qual portão, se a passagem foi liberada ou negada e por qual meio (app, nuvem, PIN, QR, rosto, placa). Deles saem o seu nome, a mensagem crua que o equipamento enviou e o nome que ficava no campo “autorizado por” — quando quem autorizou foi você, pelo app, pelo cartaz do morador ou por um convite, esse campo passa a dizer só “app: titular removido”. O painel continua sabendo que alguém passou às 3h e por qual meio; deixa de saber quem.
- Quem abriu o portão pelo painel, quando não foi você. Se o síndico ou a portaria abriu o portão para você de longe, o campo “autorizado por” guarda o e-mail de quem operou — e isso não é apagado: é o dado de outra pessoa e do condomínio. O nome do portão acionado também fica.
- O registro que o sistema nunca ligou a você. Quando a câmera lê uma placa e o sistema não a reconhece, ele grava a passagem sem pessoa nenhuma e guarda a mensagem crua da câmera, com a placa por escrito. É aqui que caem as passagens do seu próprio carro depois que o cadastro dele foi apagado, como a seção acima explica. Não existe nada nessa linha que diga que ela é sua. Procurá-la pela placa exigiria varrer a base inteira atrás de todo mundo — e é por isso que ela fica. Se isso o incomoda, peça pelo e-mail abaixo: com a placa que você nos informar, conseguimos localizá-la e retirá-la à mão.
- O agrupamento das suas passagens. O seu cadastro não some: ele vira uma ficha sem nome, e todas as suas passagens continuam apontando para ela. Elas continuam agrupadas entre si — o que se perde é o nome, não o agrupamento. Quem cruzar isso com outra fonte (o registro da administração descrito abaixo, um caderno da portaria, uma cópia de segurança do banco) pode chegar de volta a você. Dizemos porque é verdade, não porque nos agrada.
- O bloqueio, se havia um. Se a administração tinha bloqueado você, a ficha sem nome continua marcada como bloqueada. A exclusão não lava o bloqueio: ele é uma decisão do condomínio sobre a segurança dele, e numa ficha sem nome, sem contato, sem documento e sem foto ele não identifica ninguém.
- O nome que vem de fora pode voltar, se a reserva mudar. Isto é para quem entrou como hóspede de temporada. O seu nome chega até aqui pelo calendário do Airbnb ou do Booking, e a exclusão apaga a cópia que está na nuvem. Mas a nuvem não manda nesse calendário: se as datas da estadia forem alteradas por lá depois da exclusão, o nome é lido de novo e volta para a reserva e para um convite novo. Quem corta isso é a administração, apagando a reserva ou desligando o calendário no painel — e a plataforma de reserva, que é a dona do dado, tem os canais dela.
- O que é dado de outras pessoas. Os convites que você hospedou continuam existindo, com o nome de quem você convidou — isso é dado do convidado e do condomínio, não seu — e apontam para a sua ficha sem nome como anfitriã. Os lugares de chave do Sinal também continuam, ligados ao número da sua ficha — revogados, sem nenhuma chave utilizável dentro e sem nada seu: só o número do lugar e a marca de que ele foi queimado. Apagá-los faria a placa do portão voltar a aceitar uma chave velha.
Essa trilha é o serviço que o condomínio contrata — é o que responde “quem abriu este portão, e quando?” numa ocorrência. Se ela o incomoda, peça a revisão pelo e-mail desta página: respondemos em até 15 dias dizendo o que pode sair e o que precisa ficar, com o motivo de cada um.
Seu nome no registro de quem administra
Toda ação da administração no painel fica registrada: quem cadastrou, quem deu acesso, quem revogou, quem apagou uma foto, quando, em qual propriedade e por quê. Muitas dessas linhas antigas contêm o seu nome como ele era na época — tanto no texto da ação quanto na assinatura de quem a fez.
A exclusão não reescreve essas linhas, e é de propósito. Elas são a prova de quem fez o quê: é o que responde “quem liberou o acesso dessa pessoa?” e é o que protege você quando a resposta certa é “não foi ela”. Uma trilha que o próprio sistema reescreve para caber num pedido deixa de provar qualquer coisa, inclusive a seu favor.
A consequência prática, sem rodeio: quem tem acesso a esse registro no painel do seu condomínio consegue ler o seu nome depois da exclusão. A própria linha que registra a sua exclusão é gravada sem nome, sem contato e sem documento; as linhas antigas ficam como estavam.
Por quanto tempo: a plataforma não apaga esses registros sozinha — não existe rotina que os limpe por idade. O painel mostra uma janela conforme o plano do condomínio (1 dia no plano Free, 365 dias no plano Pro) e o restante segue guardado no banco enquanto o condomínio for cliente. O critério de descarte é o fim da relação com o local: encerrado o contrato, a base daquele condomínio é eliminada — e isso é uma operação feita à mão pela CondTech, não um automatismo do sistema.
Você pode pedir a revisão dessa manutenção. Escreva para managementcondtech@gmail.com dizendo qual registro o incomoda. Respondemos em até 15 dias, com o motivo de manter ou de retirar. Se você não concordar com a resposta, pode reclamar à ANPD.
O que a exclusão não alcança
Tudo o que esta página descreve acontece no banco de dados que está no ar. A exclusão não alcança cópias de segurança já feitas, réplicas, registros técnicos de servidor, nem o que já saiu por fora antes do pedido — por exemplo, o convite que foi entregue no WhatsApp de alguém, que agora está no celular daquela pessoa.
Cópias de segurança são substituídas pelo ciclo normal de retenção do local. Se você precisa de uma data, peça pelo e-mail desta página e respondemos com a do seu condomínio.
Antes de excluir
A exclusão não tem volta e você perde o acesso aos portões. Para voltar a entrar, será preciso ser cadastrado de novo pela administração do local. Se você só quer tirar este celular, use Ajustes → Desparear este celular: isso apaga o token e as chaves do aparelho e mantém o seu cadastro.
Dúvidas
Escreva para managementcondtech@gmail.com. Os detalhes sobre quais dados existem e quem é o responsável por eles estão na Política de Privacidade.